
"Na madrugada é onde estou ao entardecer
Em calmaria trago surpresas antigas
Sob passos apressados capturo ausências fugitivas
Que me reflete dentro de um espelho
certo sob formas avessas.
certo sob formas avessas.
Presencio a antecipação de me ver desmontar
Como num retrocesso atual de histórias nunca ditas.
Pintadas em quadros de um futuro fossilizado
Mascaradas com um aspecto natural de estrofes ensaiadas
Assim, espero para enxergar o que já sei
E, na falta de motivos é que vejo tudo acontecer
No qual sentir é indefinido na expressão que me define
E, o não sentir é sentido pelo gosto insípido de não se ter
Talvez isso consiga explicar com igual analogia a lógica
De se sentir saudades de coisas nunca vividas
E, de se ter sonhado tanto
Mesmo estando sob o brilho da luz do dia."
De se sentir saudades de coisas nunca vividas
E, de se ter sonhado tanto
Mesmo estando sob o brilho da luz do dia."
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